Mais um lançamento que você já pode adquirir aqui no Espaço Psi!
Psicanalista com considerável experiência clínica e didática, a organizadora nos brinda com este primoroso livro que reúne artigos de psicanalistas de renome, no Brasil e na Europa, que ampliam os temas: observação de bebês e intimidade.
Esses textos, criteriosamente selecionados, compõem um arcabouço teórico-clínico que instiga reflexões sobre o trabalho analítico e instrumentaliza profissionais tanto da clínica como de instituições a apurarem seu senso de observação na arte de ser continente de si.
Organizadora: Cristina Maria Cortezzi - Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP)
Conteúdo:
Prefácio
Nilde Jacob Parada Franch
Apresentação
Neyla Regina de Ávila Ferreira França
Parte I: Método
1. Intimidade e observação mãe-bebê
Neyla Regina de Ávila Ferreira França
2. A observação psicanalítica
Alicia Beatriz Dorado de Lisondo
3. Da segunda pele à pele rítmico-psíquica
Ana Belchior Melícias
4. Intimidante intimidade
Ana Belchior Melícias, Henriqueta Maria R. Ginja da Costa Martins e Neyla Regina de Ávila Ferreira França
5. Neutralidade e abstinência na observação de bebês
Paulo Humberto Bianchini, Alfredo José Pasin, Geny Talberg e Maria Teresa Naylor Rocha
6. Da observação à intimidade mãe-bebê
Maria Cecília Pereira da Silva
Parte II: Aplicações
7. Observação de bebês (método Bick) como instrumento de formação
Neyla Regina de Ávila Ferreira França e Suzana Grunspun
8. Observação de bebês em UTI neonatal e intervenções pais-bebê
Mariângela Mendes de Almeida, Rayssa Yussif Abou Nassif, Maria Elisangela Nunes Carneiro, Beatriz Len e Cecilia Harumi Tomizuka
9. Um psicanalista na creche
Henriqueta Maria R. Ginja da Costa Martins
10. A observação de bebês em um contexto institucional
Norma Lottenberg Semer
segunda-feira, 29 de abril de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Lançamento: O Vale da Feitura da Alma
Você já pode vir buscar o lançamento "O Vale da Feitura da Alma" aqui no Espaço Psi! Aproveite e descubra outros lançamentos!
Este livro explora os “sonhos contratransferenciais” de alguns dos formadores de símbolos inspirados que exerceram maior influência na formação da perspectiva estética moderna no pensamento psicanalítico, incluindo Shakespeare, Milton, Keats, Homero e Sófocles. A conclusão apresenta uma discussão dos trabalhos autobiográficos de Bion, que são a expressão final de sua própria concepção do modelo estético.
“Homero e Milton não estavam escrevendo ‘poesia’. Eles estavam escrevendo ‘a sério’. Eles escreveram poesia por esta ser a maneira mais séria de escrever.”
W. R. Bion
“O vale da feitura da alma promete se tornar o texto para o pensamento pós-kleiniano... e o desfecho disso será o estabelecimento de Melanie Klein como a primeira ‘pós-kleiniana’.”
Donald Meltzer
Conteúdo
Prefácio – A psicanálise agradece a seus antepassados poéticos e se junta à família artística - Donald Meltzer
Introdução
Capítulo 1. O golpe do machado
Capítulo 2. A evolução de Psique
Capítulo 3. Milton como musa
Capítulo 4. Ascensão e queda de Eva
Capítulo 5. Édipo na encruzilhada
Capítulo 6. As urdiduras de Atena
Capítulo 7. O monumento de Cleópatra
Capítulo 8. Criatividade e a contratransferência – Donald Meltzer
Capítulo 9. A poética pós-kleiniana
Apêndice A – As raízes de Rosemary: a musa nas autobiografias de Bion
Apêndice B – Confissões de um superego em maturação, ou o lamento da aia
Referências
Posfácio - Antonio Sapienza
Índice de autores
Índice remissivo
terça-feira, 23 de abril de 2019
Como Lidar com a Disforia de Gênero (transexualidade)
Até o dia 30 de abril de 2019, aqui no Espaço Psi, o livro Como Lidar com a Disforia de Gênero (transexualidade), vai estar com preço especial. Venha buscar seu exemplar e garantir seu desconto!
A disforia de gênero desceve uma situação na qual a pessoa percebe-se com uma identidade de gênero, ou seja, a noção de ser homem ou mulher, ou algo entre esses polos, que não é compatível com seu sexo anatômico.
O propósito deste livro é apresentar conceitos, esclarecer dúvidas e mostrar como é possível desenvolver um trabalho transdisciplinar com crianças, adolescentes, e adultos que vai além de cuidados de saúde, que busca diminuir preconceitos, e incluir essas pessoas como cidadãs numa sociedade que não só pode, mas também deve aceita-lás em suas peculiaridades.
Sumário:
1 - O que é disforia de gênero?
2 - O que é ideologia de gênero?
3 - Quais são as causas da disforia de gênero
4 - Disforia de gênero na infância
5 - Disforia de gênero na adolescência
6 - O papel dos pais e das escolas no acompanhamento de crianças e adolescentes
7 - Disforia de gênero na fase adulta
8 - Avaliação psicológica e neuropsicológica em crianças e adolescentes com disforia de gênero
9 - Acompanhamento psicoterapêutico na disforia de gênero
10 - Acompanhamento endocrinológico na disforia de gênero
11 - Direitos das pessoas trans
Sobre o autor:
Alexandre Saadeh - Médico psiquiatra e psicodramatista. Doutor em Ciências pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). É médico supervisor do Serviço de Psicoterapia do IPq-HCFMUSP e coordenador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) desse mesmo Instituto; e professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
quinta-feira, 18 de abril de 2019
Coleção IFVD - Inventário de Frases no Diagnóstico de Violência Doméstica Contra Criança e Adolescentes
Você pode vir, hoje mesmo, ao Espaço Psi para adquirir o IFVD!
O objetivo do inventário é auxiliar na identificação do fenômeno da violência doméstica contra a criança e o adolescente, a partir dos transtornos que essa experiência pode trazer.
A aplicação, em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 16 anos, é individual e sem limite de tempo.
O inventário é composto por 57 afirmações sobre sentimentos com relação a situações cotidianas. O jovem deve responder de acordo com o que costuma sentir, enquanto o aplicador anota suas respostas na folha apropriada. A correção é realizada pelo total de pontos obtidos, pela avaliação quantitativa e qualitativa.
Composição:
1 Livro de Instruções
10 Livros de Aplicação
1 Crivo de Correção
Autores:
Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo - Professora livre-docente pelo Instituto de psicologia da USP (IP-USP). Professora associada ao IP-USP. Líder de grupo de pesquisa no CNPq, Coordenadora do Laboratório de Saúde Mental e Psicologia Clínica Social do IP-USP.
Antonio Augusto Pinto Jr. - Psicólogo pela Unisal Lorena, Doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo.
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Clínica Psicanalítica - testemunho e hospitalidade
Mais um lançamento que você pode adquirir aqui no Espaço Psi! garanta o seu exemplar hoje!
"Marcio de Freitas Giovannetti adiciona ao método psicanalítico a “função de testemunho”. Coerente com o legado de Freud, aberto a atualizações e inspirado por Walter Benjamin e Giorgio Agamben, ressalta o contemporâneo “que mantém fixo o olhar no seu tempo, para nele perceber não as luzes, mas o escuro”. Como testemunha, o psicanalista dá voz ao que ainda não pode “ser legitimado enquanto experiência vivida”. Não se restringe ao recalcado ou ao emergente em situações de falência psíquica; toma em consideração o mundo. Se um de nós se chamasse Raimundo, seria uma rima, não uma solução.
O autor compartilha conosco os versos de Carlos Drummond de Andrade, que incidem sobre o horizonte de rimas possíveis. Diante de uma realidade “ainda não assimilável”, a hospitalidade da psicanálise dispõe-se “para alguém que não é esperado nem convidado”, sugere Marcio, aludindo a um ensaio de Jacques Derrida. Acolhe o desconhecido, a transitoriedade, o sonho com a morada que o sujeito procura.
A psicanálise veio a ser entre sonhos e guerras. Freud nomeou a pulsão de morte a partir de sonhos dos traumatizados pela Primeira Guerra Mundial. Exilou-se ao irromper da Segunda Guerra Mundial. Outros psicanalistas também tiveram suas práticas interrompidas pelas conflagrações mundiais. No século XXI, o sonho conflui para a elaboração da fala a respeito do vir a ser em espaços fronteiriços. Raimundo ou Hamlet procura sua identidade. O psicanalista é seu interlocutor."
Camila Salles
Conteúdo:
- Sobre a função testemunho em psicanálise
- Esboço para uma cena primária e para uma cena analítica no início do século XXI
- Da transição do nome próprio à fala outra: revisitando a psicopatologia da vida cotidiana
- Instinto: da teoria da autoconservação à teoria da mortalidade
- O término do processo psicanalítico: rimas e rumos
- Considerações sobre a escrita psicanalítica
- Uma questão hamletiana
- O divã e a Medusa: breves considerações sobre a natureza das fronteiras na instituição psicanalítica
- Sobre a natureza e a função do currículo na formação analítica
- O que é um psicanalista?
- Hospitalidade na clínica psicanalítica hoje
- Sobre migrações e transferências
- Sobre a narrativa freudiana
- Índice onomástico
terça-feira, 16 de abril de 2019
IPSF - Inventário de Percepção de Suporte Familiar
Venha buscar seu IPSF - Inventário de Percepção de Suporte Familiar ainda hoje, aqui no Espaço Psi!
O objetivo do IPSF é avaliar o quanto as pessoas percebem as relações familiares em termos de afetividade, autonomia e adaptação entre os membros.
Sua aplicação, em pessoas entre 11 e 57 anos, pode ser individual ou coletiva, com um tempo total de 20 minutos. A aplicação coletiva deve ser realizada com grupos de no máximo 80 pessoas.
O inventário é composto por 42 afirmações relacionadas a situações familiares, em que o sujeito deve marcar a frequência com que cada uma delas acontece em sua família. Suas respostas são registradas na folha apropriada. A correção é realizada pelo total de pontos, pela avaliação quantitativa e qualitativa.
Existem estudos de precisão, validade e tabelas em percentis para o público-alvo de acordo com seu sexo.
Composto por:
1 Livro de instruções
1 Bloco com 25 Folhas
1 Crivo de Correção
Assista abaixo entrevista sobre o IPSF com Dr. Makilim Nunes Baptista:
O objetivo do IPSF é avaliar o quanto as pessoas percebem as relações familiares em termos de afetividade, autonomia e adaptação entre os membros.
Sua aplicação, em pessoas entre 11 e 57 anos, pode ser individual ou coletiva, com um tempo total de 20 minutos. A aplicação coletiva deve ser realizada com grupos de no máximo 80 pessoas.
O inventário é composto por 42 afirmações relacionadas a situações familiares, em que o sujeito deve marcar a frequência com que cada uma delas acontece em sua família. Suas respostas são registradas na folha apropriada. A correção é realizada pelo total de pontos, pela avaliação quantitativa e qualitativa.
Existem estudos de precisão, validade e tabelas em percentis para o público-alvo de acordo com seu sexo.
Composto por:
1 Livro de instruções
1 Bloco com 25 Folhas
1 Crivo de Correção
Assista abaixo entrevista sobre o IPSF com Dr. Makilim Nunes Baptista:
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